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Desporto
Provas de cadetes e juvenis decorreram a 16 de dezembro, na Lousã
AAUAv e ARCBarroca presentes nos opens de Coimbra
Atletas da AAUAv e da ARC Barroca participaram nos opens da Lous¿¿
Atletas do Núcleo de Judo da Associação Académica da Universidade de Aveiro (AAUAv) e do ARC Barroca, dois clubes “irmãos”, disputaram o Open de Coimbra de Juvenis e o Open de Coimbra de Cadetes, duas provas que se realizaram na Lousã, a 16 de dezembro. Nestas provas já foram considerados os escalões etários para 2018 e, assim, foram muitas as estreias em provas desta envergadura.

Nos Juvenis a AAUAv apresentou Jorge Mêna, nos -50Kg, e Martim Ribeiro, nos -46Kg. Já o ARC Barroca fez-se representar por Ana Valente, nos -52Kg, e por Rafael Pereira, nos -50Kg. Estes quatro atletas fizeram a sua estreia em provas desta envergadura. “Nunca tinham participado em provas desta valia. É sempre um bom ensinamento. Alguns, neste momento, ainda não são juvenis, mas o facto de esta prova já contar com os escalões do próximo ano foi uma mais valia, e permitiu que eles fizessem a sua estreia mais cedo, o que é excelente para o seu crescimento enquanto atletas”, comentou António Costa, técnico do Núcleo de Judo da AAUAv que acompanhou os atletas em prova.

Sérgio Cunha, treinador do ARC Barroca, esteve a exercer funções como árbitro. Fazendo uma apreciação geral à prestação dos seus atletas, comentou: “Estiveram bem. Conseguiram perceber os seus próprios erros, o que é muito bom. Agora é continuar a evoluir, mas estou contente com a prestação deles”.

Já no Open de Cadetes foram dois as atletas da AAUAv que marcaram presença. André Pires, nos -55Kg, e Gonçalo Correia, nos -73Kg, foram os atletas universitários presentes em prova. Menos experiente, André Pires não conseguiu levar a melhor sobre o seu adversário no primeiro combate e não teve hipótese de repescagem. Já Gonçalo Correia, o mais experiente dos dois, venceu o primeiro encontro, mas viu-se afastado no combate contra o atleta da Académica de Coimbra (AAC) que viria a vencer a prova. Num combate que estava a ser bem disputado, o atleta da Académica de Coimbra colocou um estrangulamento no aveirense levando a que este desmaiasse. “O Gonçalo desmaiou e, para preservar a sua saúde, ele não pode disputar mais combates no evento. Assim, ficou arredado da possibilidade de lutar pela medalha de bronze. O atleta da AAC é muito forte, e o estrangulamento foi muito bem colocado, o que levou a este desfecho. Não é grave, foi um ensinamento. Já o André foi a primeira prova verdadeiramente a sério que fez. Esteve bem, mas notou-se falta de experiência. Vamos trabalhar para o Zonal de Cadetes que será já em janeiro”, referiu António Costa.

Em prova, também estiveram três representantes na arbitragem. Maria Inês Sousa, que realizou o seu exame final do curso de arbitragem, Luís Monteiro, indicado pela AAUAv, que assim validou o seu curso de arbitragem já realizado anteriormente, e Sérgio Cunha, indicado pelo ARC Barroca, que assim também validou o seu curso de arbitragem.

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