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Cultura
António Chagas Rosa, Isabel Soveral e João Pedro Oliveira
Obras de compositores e professores da UA interpretadas no Porto e em Viseu
Obras da compositora Isabel Soveral interpretadas no Porto e Viseu
Dois concertos no mesmo dia, 13 de maio, mas em locais diferentes, incluem no programa obras de compositores com ligação à Universidade de Aveiro (UA). Na Casa da Música, a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música vai interpretar obras de Isabel Soveral e João Pedro Oliveira, entre outros compositores portugueses de renome. Em Viseu, no Teatro Viriato, o Drumming – grupo de percussão interpreta vários compositores, entre os quais se destaca António Chagas Rosa e Isabel Soveral.

Na Casa da Música, Porto, o concerto está marcado para as 18h00, na Sala Suggia. Do programa, fazem parte as obras "Paradeisoi", de Isabel Soveral, e "Ut ex invisibilibus, visibilia fiant, para orquestra e eletrónica" (estreia mundial da nova versão com eletrónica), de João Pedro Oliveira. “Inspirada na ‘História do Futuro’ do Padre António Vieira, a obra de João Pedro Oliveira foi escrita para a celebração do centenário da República e é agora apresentada em estreia mundial na sua versão para orquestra e eletrónica.”, propõe o texto que consta na página da Casa da Música na Internet.

"Paradeisoi", explica Isabel Soveral, é o nome grego dado aos jardins antigos persas que tiveram o seu auge na dinastia Aqueménida (559-330 ac). Os jardins persas são sempre rodeados por muros, tendo, normalmente, entradas simples que nunca se situam no eixo central da composição. Estes jardins têm, por vezes, elementos de surpresa, como, por exemplo, entradas labirínticas. "Todas estas questões formais foram consideradas primordiais na elaboração do tecido musical desta obra que, como num paradeisoi, procura a harmonia resultante do diálogo arquitectura versus natureza, espaço aberto versus espaço fechado, material versus espiritual", comenta. Esta obra foi uma encomendada e estreada pela Fundação Gulbenkian em 2007.

Cândido Lima, Jorge Peixinho, Luís Tinoco e Daniel Moreira são outros compositores com obras incluídas neste programa designado “O Estado da Nação II”.

No Teatro Viriato o coletivo Drumming vai interpretar “Mares”, de António Chagas Rosa, “um trabalho que pode ser encarado como uma fantasia de um português nascido à beira mar, mas que demonstra bem a variedade de recursos e maturidade criativa do compositor e a maturidade interpretativa e constante capacidade de renovação do Grupo de Percussão.”, no texto que consta na página do espetáculo na Internet.

 

Programa “O Estado da Nação II”

Sala Suggia, Casa da Música, 13 de maio, 18h00

Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música

Martin André direcção musical

Digitópia Collective electrónica

 

Cândido Lima România, Paisagens Subterrâneas

Isabel Soveral Paradeisoi

Jorge Peixinho Sobreposições

João Pedro Oliveira Ut ex invisibilibus, visibilia fiant, para orquestra e electrónica (estreia mundial da nova versão com electrónica)

Luís Tinoco Before Spring

Daniel Moreira Paisagem do tempo (uma fantasia cinematográfica)

Preço 

16 € - 18 €

Este concerto disponibiliza a opção "Bilhete Jantar + Concerto"

Classificação etária: Maiores de 6 anos

Preços com descontos

Filas L-Z  Jovem 65: €13,60  Premium (Filas A-K)  Jovem 65: €15,30

 

Programa “Mares”, com coletivo Drumming

Teatro Viriato, 13 de maio, 21h30

Direção Miquel Bernat

Percussão Miquel Bernat, Rui Rodrigues, João Tiago Dias, Pedro Oliveira, 

Saulo Giovannini e João Miguel simões

Desenho de som Süse Ribeiro

Desenho de luz Emanuel Pereira

Produção Drumming Grupo de Percussão

70 min. | m/ 6 anos

preço A: 10€ (plateias e camarotes)/ 7,50€ (frisas frontais)/ 5€ (frisas laterais)

descontos aplicáveis

espaço criança disponível

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