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Projeto desenvolvido pela Escola Superior de Saúde da Universidade de Aveiro
Diagnóstico à saúde dos colaboradores da UA já está em curso
Projeto da ESSUA quer promover a saúde e o bem-estar no campus
Como está a saúde dos professores, investigadores e restantes colaboradores da Universidade de Aveiro (UA)? De que forma o ambiente de trabalho promove ou não o bem-estar de todos? Que medidas têm de ser implementadas para diminuir as doenças profissionais e aumentar a segurança no trabalho? Para dar resposta a esta e a outras questões ligadas à saúde e segurança da comunidade académica, a Escola Superior de Saúde da Universidade de Aveiro (ESSUA) tem em marcha o projeto "UA: Comunidade Saudável e Promotora de Saúde" que, nesta primeira fase, está a realizar um inquérito online para poder fazer um primeiro diagnóstico.

O projeto parte da “constatação da crescente média de idade verificada em trabalhadores do ensino superior” e de este ser “um setor de exercício profissional não desprovido de inocuidade com respeito à ocorrência de acidente ou de doença profissional”. Enquanto instituição do ensino superior, aponta ainda a ESSUA, “a UA tem como principal mandato social formar cidadãos para um exercício profissional competente e seguro em termos de saúde”. Por isso, o estudo tem por grande finalidade “fomentar a oportunidade do desenvolvimento uma vivência saudável num atual e num futuro ambiente de trabalho”.

A primeira fase está no terreno, que é como quem diz, nos emails dos colaboradores da UA. Via internet todos receberam já o pedido para preencherem um inquérito - http://questionarios.ua.pt/index.php/978773/lang-pt - que permitirá à ESSUA traçar o diagnóstico da situação de saúde e de segurança dos trabalhadores da UA para, mediante o cenário, estudar e implementar medidas de proteção e promoção da saúde, bem como de evicção dos riscos inerentes ao seu desempenho em atual local de exercício profissional.

Numa segunda fase, na qual, por “assumir um projeto de formação global do indivíduo”, o projeto pretende “acionar mecanismos de inclusão de medidas preventivas laborais nos curricula dos cursos ministrados, por forma a capacitar os atuais estudantes da UA para um futuro exercício profissional saudável e consciente dos riscos inerentes ao seu desenvolvimento”.

No final desta intervenção, apontam os responsáveis pelo estudo, “espera-se ter contribuído para uma comunidade académica mais reforçada em termos de saúde, que venha a fazer parte de uma sociedade que se preconiza crescentemente ativa e sustentável”.

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