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São muitas as razões para escolher a UA. Conheça-as!
Universidade de Aveiro: o futuro passa por aqui
UA: é bom viver aqui
A qualidade reconhecida da formação, o mérito da investigação, o trabalho com empresas, a produção de conhecimento aplicado ou aplicável, a relação intensa com a região, o envolvimento na divulgação científica e tecnológica, o empenho na cultura, o dinamismo na angariação de receitas próprias, as caraterísticas do campus, os altos níveis de empregabilidade dos graduados… Não faltam razões para vir para a Universidade de Aveiro (UA), quer como estudante, quer como investigador ou até mesmo apenas para efetuar um período de mobilidade. Conheça melhor algumas dessas razões.

Em 2014 a Universidade de Aveiro integra o ranking Times Higher Education (THE) das 100 melhores universidades do mundo com menos de 50 anos, pelo terceiro ano consecutivo, e está entre as 500 melhores no Ranking de Leiden. Neste ranking, a UA lidera a nível nacional quanto ao número de citações em relação ao total de publicações na área “Matemática, Ciência de Computadores e engenharia” e quanto a publicações em colaboração com empresas, contabilizando todas as áreas científicas. 

Também no ranking elaborado pela União Europeia, o U-Multirank, a UA aparece muito bem classificada, com a nota A (muito bom) em 12 critérios: investigação (número de publicações resultantes de investigações, número de publicações destinadas a público profissional e percentagem de receita obtida externamente para a investigação), transferência de tecnologia (criação de spin offs, número de pedidos de patentes, obtenção de receitas de fontes privadas e de receitas provenientes de propinas e de formação profissional), na componente internacional (mobilidade de estudantes e publicações internacionais conjuntas) e no envolvimento com a região (número de licenciados e mestres a trabalhar na área de Aveiro e na atração de alunos da região).

O U-Multirank não teve em conta o número de patentes obtidas pela UA até ao momento (apenas os pedidos de patente). Mas, entre 1994 e 2013, contabilizando pedidos de registo de propriedade intelectual (incluindo pedidos nacionais e internacionais) a UA soma um total de 272 na vertente “invenções” (patentes e modelos de utilidade), 267 na vertente “marcas e logótipos”, 61 no tipo “direitos de autor” e 22 em “desenho ou modelo (design)”.

Cursos UA reconhecidos internacionalmente

São já cinco os cursos da UA com selo Europeu de qualidade EUR-ACE: o Mestrado em Engenharia do Ambiente, Mestrado Integrado em Engenharia Eletrónica e Telecomunicações, Mestrado Integrado em Engenharia Química, Mestrado Integrado em Engenharia Civil e Mestrado Integrado em Engenharia Física.

Em 2014, e pelo segundo ano consecutivo, o curso de Design da UA foi selecionado para figurar na restrita lista da revista Domus, uma das mais importantes publicações mundiais dedicadas não só ao design como também à arquitetura e à arte, como um dos 50 melhores cursos na área a nível europeu.

Também o ranking da Universidade Nacional de Taiwan coloca a UA nas melhores do mundo, desta feita na área dos materiais: a UA é primeira a nível nacional, a 20ª a nível europeu e a 114ª no mundo. Nesta área está contabilizada a produção científica em biomateriais, materiais cerâmicos, teste e caraterização, películas e revestimentos, materiais compósitos, papel e madeira, têxteis, engenharia metalúrgica e produção científica multidisciplinar associada aos materiais.

Mas a UA não se destaca apenas nos rankings elaborados por universidades. Também nos “International Student Satisfaction Awards”, da página internet Study Portals, a UA recebeu o certificado de “Excelente” após uma sondagem online aos estudantes internacionais da academia: A UA obteve a classificação de nove em 10 valores e foi a melhor classificada em Portugal, juntamente com a Universidade Técnica de Lisboa.

Cooperação com o exterior

O futuro próximo da UA vai passar pelo Parque de Ciência e Inovação, instalado, parte no município de Ílhavo e outra parte no de Aveiro. As atividades do Parque, associadas à promoção da competitividade da Região, serão desenvolvidas em estreita articulação com as Áreas de Acolhimento Empresarial dos onze municípios da Região e com a Incubadora de Empresas da Região de Aveiro.

A UA foi também parceira da Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA) na elaboração do Quadro Comum de Investimentos da Região de Aveiro para 2014/2020 (QCIRA 2014/2020), documento que identifica um conjunto de metas e investimentos que traduzirão a aposta da Região de Aveiro na concretização da “Estratégia 2020” da União Europeia.

Desde a sua fundação que a UA coopera com a PT Inovação, traduzindo-se este historial de colaboração no prémio da primeira edição do concurso “Casos Exemplares de Cooperação Universidade-Empresa” promovido pela COTEC Portugal - Associação Empresarial para a Inovação. 

Mas não só em Portugal se coopera com o exterior. A UA marca também presença em projetos nos “quatro cantos” do mundo.

As relações entre a UA e a China já vêm de longe: em 1998 foi criado o Mestrado em Estudos Chineses; dos 800 alunos de chinês sob orientação formativa da UA, duas centenas estão nos cursos de Línguas e Relações Empresariais (licenciatura e mestrado) e de Estudos Chineses (mestrado), 600 estão no projeto de ensino da língua chinesa a alunos do 3º e 4º ano do 1.º ciclo do ensino básico em São João da Madeira e cerca de 200 frequentam os cursos livres de Chinês. A UA é também um dos parceiros do projeto da futura Escola Internacional de Turismo a ser construída na província chinesa de Guizhou.

Ainda na Ásia, a UA vai criar uma Faculdade de Ciências Exatas na Universidade Nacional de Timor Lorosa’e, cujo primeiro curso – em Matemática, Física e Química – começa já em janeiro de 2015. Ainda em Timor Lorosa’e, a UA foi a universidade escolhida pelo governo local para a elaboração dos curricula do ensino secundário.

Passando para África, o Sistema de Informação da Justiça de Cabo Verde foi concebido e implementado de raiz pela UA; a UA já deu formação de professores, implementou ensino a distância, lecionou mestrados e concebeu cursos; criou uma aplicação informática, formou recursos humanos na área da digitalização e tratamento de fotografia digital; desenvolveu uma enciclopédia temática, uma biblioteca digital e um site com uma visita histórica virtual. Para além destas parcerias, a Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro idealizou e concebeu um centro de ciência na cidade da Praia

UA na presidência de entidades internacionais

A antiga Reitora da Universidade de Aveiro (de 2002 a 2010), Maria Helena Nazaré, é presidente da European University Association, uma associação de universidades com mais de 850 membros de 46 países.

Também o antigo vice-Reitor, António Ferrari, é atualmente o presidente do Campus Europae, um consórcio de universidades europeias que promove a mobilidade de estudantes.

A Rede Columbus, uma organização de universidades europeias e latino-americanas, conta com o atual reitor da UA, Manuel António Assunção, como presidente. A Rede Columbus conta já com 25 anos de existência e tem como missão contribuir para a colaboração universitária Europa-América Latina, para o crescimento económico, a inovação social e o desenvolvimento humano.

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