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Cultura
Dia 14, às 21h30, no Auditório da Reitoria, com entrada gratuita
Mozart e Louis Spohr para ouvir no concerto de início do ano letivo
Orquestra das Beiras
A Orquestra Filarmonia das Beiras apresenta-se em concerto no dia 14 de setembro, pelas 21h30, no Auditório da Reitoria da Universidade de Aveiro (UA), naquele que será o espetáculo comemorativo do início do ano letivo na UA. Num concerto totalmente dedicado a Mozart e Louis Spohr, a Orquestra vai ser acompanhada por dois jovens músicos Portugueses laureados, Pedro Costa e David Silva, sendo que a direção estará a cargo do maestro Luís Carvalho. A entrada é gratuita.

Na primeira parte vai ser apresentado um concerto para piano e orquestra em dó menor n.º 24 (k.491), com as peças Allegro, Larghetto e Allegretto, todas de Mozart.

A segunda parte da noite vai ser dedicada a Louis Spohr, com um concerto para clarinete e orquestra n.º 2 com as peças: Allegro, Adagio e Rondo alla Polacca.

Finalmente, o concerto termina novamente com Mozart e a sinfonia n.º 35 (Haffner), K.385: Allegro con spirit, Andante, Menuetto e Finale – Presto.

Nesta noite a Orquestra Filarmonia das Beiras vai ser acompanhada ao piano por Pedro Costa e no clarinete por David Silva, dois jovens músicos que contam já com vários prémios nos seus currículos.

Pedro Costa, de 24 anos, obteve o primeiro prémio nos eventos: Concurso de Interpretação do Estoril (2013); Concurso Florinda Santos (S. João da Madeira, 2012); Concurso "ConCursos" (Aveiro, 2011); III Concurso de Música de Câmara da ESMAE (Porto, 2011); Concurso Internacional "Cidade do Fundão" (Fundão, 2012); Concurso "ConCursos" (Aveiro, 2011) e Concurso Santa Cecília (Porto, 2007).

Nascido em Macau, Pedro Costa iniciou o estudo de piano aos sete anos de idade. Licenciou-se em 2012 no curso de Piano da Escola Superior de Música, Artes e Espétaculo do Porto. Frequenta atualmente o Mestrado em Piano no Koninklijk Conservatorium Brussel, na Bélgica.

Participou no Festival de Música de Câmara "Harmos Festival" (2012), gravou para a Euroclassical e foi convidado para tocar num recital de Música de Câmara nos Festivais de Outono de Aveiro, entre outros.

Por seu turno, o clarinetista David Silva obteve já vários primeiros prémios nos concursos: Fernando Raínho Valente (Aveiro, 2007); “Young Artist Competition” (Canadá, 2008); “Terras de La Salette”; II Concurso Nacional de Clarinete “Paços Premium”; I Concurso de Música de Câmara da ESMAE (2013) e Concurso Rahn Kurturfounds (Suiça).

Em 2009, concluiu com distinção a Licenciatura em clarinete na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (Porto). Em 2013 completou o Mestrado em Performance na Academia de Música da Hochschule für Musik Basel e atualmente frequenta, na mesma escola, o Mestrado Diploma Solista.

Em orquestra já colaborou com a OrquestrUtópica, com a Orquestra Sinfónica da Galiza, Orquestra Filarmonia das Beiras e com a Orquestra Sinfónica da Póvoa de Varzim. Atualmente integra a National Youth Orchestra of Canada e a Schweizer Jugend Sinfonie Orchester, e é desde 2009, clarinetista principal da Orquestra de Câmara Portuguesa.

O maestro Luís Carvalho Estudou clarinete e composição no Porto e direção de orquestra em Milão, S. Petersburgo e Madrid. Especializou-se ainda em direção de música contemporânea. Apresentou-se em recitais e concertos um pouco por toda a Europa, Norte de África, Médio-Oriente e Ásia, muitas vezes estreando as suas próprias obras e de outros compositores contemporâneos portugueses e estrangeiros.

Galardoado em diversos concursos, destacam-se os prémios obtidos no «Concurso de Interpretação do Estoril» (2001) e no «4º Concurso Internacional de Composição da Póvoa de Varzim». Foi vencedor da Audição para Jovens Maestros organizada pela Orquestra Metropolitana de Lisboa (2010), e, mais recentemente (2012), nomeado para o Prémio Autores da SPA (Sociedade Portuguesa de Autores) pela sua obra orquestral Nise Lacrimosa. Já em 2013 foi distinguido pelo jornal nortenho «Audiência» com o Troféu Prestígio, pela sua carreira dedicada à música.

Dirige várias das mais importantes orquestras portuguesas, como a Nacional do Porto, a Sinfónica Portuguesa, a Metropolitana de Lisboa, a Orquestra do Algarve, a Filarmonia das Beiras, a Orquestra de Câmara Portuguesa, a Sinfónica da Póvoa de Varzim, a Sinfónica da Universidade de Aveiro, a Sinfónica da ESART ou a Orquestra Clássica de Espinho, e no estrangeiro aparece em concertos com orquestras várias de Rússia, Itália, Hungria, Espanha e Finlândia.

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