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Divulgação de Ciência
Academia de Verão 2018
Na componente lúdica da Academia de Verão há diversão, há aprendizagem e muito mais!
Academia de Verão 2014
Para além das atividades científicas, a Academia de verão oferece a todos os participantes um conjunto de atividades culturais, desportivas e de lazer, organizadas em colaboração com a UPAJE. Para além de proporcionar novas experiências de vida, estas ações promovem momentos propícios à aquisição de novos conhecimentos, à criação de novas amizades, ao mesmo tempo, que se estimulam princípios éticos e cívicos, até porque “quando terminamos a universidade levamos connosco um diploma e amigos para a vida”.

Entidade credenciada na organização de campos de férias, a UPAJE – União Para a Ação Cultural e Juvenil Educativa colabora há 11 anos com a UA na conceção da componente lúdica da Academia de Verão e na formação dos alunos da UA que acompanham os participantes da AV durante as duas semanas.

Este ano, o programa incluiu ateliers de fotografia, magia, cozinha molecular e de construção e reparação de brinquedos e passeios pela cidade. Nas atividades desportivas puderam praticar vela, golball, corfebol, capoeira, yoga, zumba e frisbee.

Durante as duas semanas, foi dada, ainda, oportunidade a todos os participantes de realizar vários jogos (ex: CSI, Prison break, House of cards, Contrabandistas e Ganha num minuto), que apesar de terem um cariz lúdico, integram sempre uma componente científica e pedagógica. Todos os jogos propostos versam em torno de temas de cariz científico e apresentam enigmas que são resolvidos nos laboratórios da universidade. Este ano os desafios propostos nesses jogos colocaram à prova os conhecimentos dos participantes nas áreas da Matemática. A mesma temática estará presente, igualmente, na grande festa final que tem lugar esta quinta-feira, 19 de julho, com todos os participantes desta edição.

Como explica Ossman Idrisse, da UPAJE, “a academia de verão da UA tem uma componente lúdica diferente. Tentamos que esta componente tenha uma ligação bastante forte àquilo que se pode fazer aqui na UA. Todos os workshops abordam modalidades que se podem praticar aqui na universidade e são organizados em colaboração com os núcleos ligados a essas modalidades. São os próprios alunos da UA que organizam essas ações. À noite, tentamos que as atividades propostas estimulem uma ligação de proximidade entre eles, porque quando terminamos a universidade levamos connosco um diploma e amigos para a vida e nesse sentido queremos que eles também passem por essa experiência. No fundo tentamos que a Academia de verão tenha a dinâmica de um campo de férias, mas associamos-lhe a componente científica, procurando que essa componente esteja sempre presente nas atividades oferecidas”.

Os participantes são acompanhados por docentes, investigadores e alunos dos diversos departamentos e escolas superiores da Universidade de Aveiro durante as atividades científicas. No entanto, durante o período das refeições e realização das atividades desportivas, de lazer e repouso, cabe aos alunos da UA que receberam formação específica para o desempenho das funções de animadores de campos de férias ministrada pela UPAJE a tarefa de lhes garantir que nada lhes falte.

Estes jovens animadores recebem formação específica nos domínios dos primeiros socorros e da animação de grupos e na promoção de atividades que exigem um profundo conhecimento sobre UA. Estes animadores sociais são, ainda, envolvidos na conceção das atividades lúdicas que acontecem todos os dias, depois das 16h30 (Academia Júnior) e das 17h00 (Academia de Verão).

Refere Ossman Idrisse que “outro aspeto que distingue a componente lúdica da Academia de Verão das outras é o facto de formarmos os alunos da UA para serem animadores e não monitores. Um monitor normalmente tem a tarefa de assegurar apenas as questões da segurança ou que o trabalho está a ser bem feito. Nós pretendemos que, para além dessas questões, que são importantíssimas, os animadores procurem dar a dinâmica necessária para que a Academia de Verão seja uma experiência única e que estimulem relações fortes entre os participantes”.

Desde a primeira edição, em 2006, passaram já pela experiência da Academia, cerca de cinco centenas de animadores sociais, todos alunos da UA. A primeira edição começou com oito; a edição deste ano contou com a colaboração de 60.

 

Entrevista a Ossman Idrisse, da UPAJE – União Para a Ação Cultural e Juvenil Educativa

 

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