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Distinções
Museu do Dinheiro
Melhor Museu Português de 2017 contou com a participação da UA na sua conceção
Francisco Providência, Docente no Departamento de Comunicação e Arte
O Museu do Dinheiro do Banco de Portugal foi distinguido, no início deste mês, pela APOM como o Melhor Museu Português em 2017. O museu foi desenvolvido por uma equipa pluridisciplinar liderada pelo docente da UA Francisco Providência, e que integrou, para além de colaboradores e de fornecedores do Banco de Portugal, vários outros docentes do Departamento de Comunicação e Arte da UA (DeCA), nomeadamente Miguel Palmeiro (design), Mário Vairinhos e Pedro Almeida (Ciências e Tecnologias da Comunicação).

A equipa do Deca UA foi responsável por toda a museografia do Museu do Dinheiro, desde a interpretação do acervo até ao estudo da sua exibição, pensando, desenhando, desenvolvendo, prototipando e acompanhando a produção e montagem.

Foi esta equipa que projetou todo o museu, integrando tecnologicamente a oferta da interação e sobretudo os meios de segurança que essa componente implica, ainda que sob um certo regime de inviabilidade. Os especialista em Ciências e Tecnologias da Comunicação da UA assumiram a vertente da consultadoria ao nível da integração da tecnologia na museografia, o acompanhamento da sua implementação na fase de produção e a análise da interação do visitante com os dispositivos tecnológicos do museu.

Francisco Providência congratula-se com esta distinção, frisando que "o museu do dinheiro é um exemplo ímpar na museografia e talvez o melhor museu europeu dedicado ao dinheiro, que só foi possível concretizar pela associação em equipa de um conjunto ímpar de profissionais muito motivados". 

O Museu do Dinheiro recebeu mais de 71 mil visitantes durante o primeiro ano (340 / dia), constituindo-se o projeto chave na abertura do Banco à sociedade. Com a ambição de promover a literacia financeira, este musseu faculta o conhecimento da história, da cultura, da sociedade e da tecnologia a partir das diversas formas que tomou o dinheiro em Portugal e no mundo.

Instalado no edifício da antiga Igreja de S. Julião, no centro histórico de Lisboa, oferece um conjunto de dispositivos de interação lúdica digital e multimédia, integrados numa museografia que privilegia a experiência do visitante, motivando-nos a percorrer os seus dez núcleos.

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