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Felisbela Lopes e Ivan Silva participam na tertúlia de 25 de fevereiro
Conselho de Ética e Deontologia promove sessão sobre “Ética e Jornalismo”
Tertúlia sobre
O Conselho de Ética e Deontologia da Universidade de Aveiro (UA) inicia um novo ciclo de tertúlias, no âmbito da sua estratégia de abertura e debate com a comunidade e a sociedade. O início está marcado para 25 de fevereiro com a tertúlia “Ética e Jornalismo” que decorre no auditório Mestre Hélder Castanheira, a partir das 18h00. Participam Felisbela Lopes, professora da Universidade do Minho, e Ivan Silva, diretor-adjunto executivo do Diário de Aveiro. A sessão é moderada pelo presidente do Conselho de Ética e Deontologia da UA, Luís de Araújo, também professor da Universidade do Porto na área da Filosofia (Ética). A entrada é livre.

O Conselho de Ética e Deontologia da UA, no âmbito das suas competências, tem vindo a pronunciar-se, à luz das normas nacionais e internacionais, sobre trabalhos de investigação relacionados com temas mais sensíveis, como experiências com animais, menores, doenças e deficiências. Para além desta atividade regular, desenvolve atividades de debate e divulgação e abertura à comunidade académica e à sociedade.

É neste âmbito que surgem os ciclos de palestras. No ano letivo passado decorreram palestras sobre cuidados em doentes terminais, doenças psíquicas, riscos e ainda Ética e Budismo.

O novo ciclo de tertúlias começa com o tema “Ética e Jornalismo”, dia 25 de fevereiro, às 18h00, na UA (auditório Mestre Hélder Castanheira).

O presidente do Conselho de Ética e Deontologia, Luís de Araújo, também professor da Universidade do Porto na área da Filosofia (Ética), lança o mote para o debate: "A informação e a comunicação constituem nos nossos dias fatores decisivos do desenvolvimento social e cultural. É indubitável que todo o debate social passa pela informação e comunicação, motivo para refletir acerca desta realidade que nos afeta a todos, designadamente os que defendem a harmonia entre democracia representativa e democracia participativa – o que pressupõe a vinculação do processo informativo com imperativos de índole ética, em ordem à defesa de uma sociedade de cidadãos mais livres, isto é, nem controlados, nem manipulados. Refletir sobre a articulação entre ética e jornalismo visa pensar a dimensão moral de uma atividade que não é um fim em si mesmo, mas um meio ao serviço dos cidadãos para o seu desenvolvimento individual e social”.

As inscrições são gratuitas mas obrigatórias e devem ser dirigidas para cramos@ua.pt até 23 de fevereiro.

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