conteúdos
links
tags
Campus
No âmbito do doutoramento honoris causa
Diretor de Exploração e Produção da Petrobras reúne com comunidade brasileira da UA
visita José Formigli UA
O diretor de Exploração e Produção da Petrobras, José Formigli, reuniu-se com alguns membros da comunidade brasileira da Universidade de Aveiro (UA), dia 9, numa reunião que antecedeu em algumas horas a atribuição do Doutoramento "Honoris Causa" na UA. José Formigli quis saber o que trouxe os cidadãos brasileiros à UA, quais os seus planos para o futuro e o balanço que fazem da sua estadia na Europa. Após o encontro, José Formigli visitou o Centro de Investigação em Materiais Cerâmicos e Compósitos (CICECO) e os departamentos de Química e Geociências, onde conheceu a investigação feita na UA na área de intervenção da Petrobras.

Vir estudar para a UA foi, para muitos alunos, o concretizar o sonho de conhecer pessoalmente, estudar e trabalhar com os autores (e investigadores) de muitos dos livros através dos quais estudavam, no Brasil.  

À exceção de alguns casos de pessoas que optaram por permanecer em Portugal depois dos estudos, por razões familiares ou profissionais, a grande maioria dos estudantes pretende voltar a terras de Vera Cruz: “Saí para me formar, para me qualificar, conhecer coisas novas, mas sempre com a ideia de voltar”, frisou um aluno.

Os estudantes, investigadores e docentes brasileiros foram unânimes em reconhecer que ter vindo estudar para a Europa foi muito positivo nas suas vidas pessoais e profissionais: conheceram outra cultura, história, obtiveram a noção do que é a globalização, uma vez que no Brasil sentiam que estavam num continente por si só, face à grandeza geográfica do seu país. Em Portugal, sentem a multiculturalidade europeia.

Alguns dos docentes e investigadores brasileiros que se encontram na UA há mais anos (dois dos presentes, há mais de 30) frisaram ao diretor de Exploração e Produção da Petrobras o quanto a UA cresceu em estruturas físicas, número de cursos e de alunos, bem como nos rankings internacionais desde a sua criação.

Por seu turno, José Formigli, explicou como a Petrobras trabalha ao nível da investigação: a curto prazo (três a cinco anos), em que se adaptam técnicas já existentes e usadas noutros locais; a médio prazo (cinco a 10 anos), em que se colabora com universidades, e a longo prazo (mais de 10 anos), em que se faz investigação “pura” em áreas como a matemática, física e química, também com as universidades.

Após o encontro com a comunidade brasileira na UA, o diretor de Exploração e Produção da Petrobras efetuou uma visita ao CICECO, onde foi recebido pelo diretor, João Rocha, e pelo professor João Coutinho; ao Departamento de Química, onde o esperava o diretor, Augusto Tomé; e ao Departamento de Geociências, onde foi recebido pelo diretor, Fernando Rocha, e pelo docente e investigador Luís Menezes Pinheiro.

imprimir
tags
veja também
 
outras notícias