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As várias frentes do problema dos incêndios

As várias frentes do problema dos incêndios: opinião de Elisabete Figueiredo

Os incêndios florestais e os “Portugueses de quem menos se fala”

Retiro esta frase, no título, da comunicação ao país do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, feita no dia 18 de junho de 2017 (noticiada no Expresso a 18 de junho de 2017), um dia depois do início do incêndio de Pedrogão Grande, já conhecido o número de pessoas mortas e já conhecidas muitas das dimensões desta tragédia.

As várias frentes do problema dos incêndios: opinião de Rosa Pinho

Fogo: da utopia à realidade

Portugal sem fogos é uma utopia! O país possui um clima mediterrânico que apresenta temperaturas médias anuais moderadas, com verões quentes e secos e invernos relativamente suaves. As amplitudes térmicas anuais são moderadas e a precipitação é reduzida e irregular, ocorrendo especialmente no outono e inverno. Mas muito se poderá fazer para minimizar os efeitos dramáticos dos incêndios e valorizar a floresta.

As várias frentes do problema dos incêndios: opinião de Alfredo Rocha

Alterações climáticas ondas de calor, tempestades e fogos florestais

Para haver um fogo florestal de dimensões consideráveis, é necessário a existência conjugada de coberto vegetal, ignição e condições atmosféricas favoráveis. É sobre estas últimas que irei detalhar.

As várias frentes do problema dos incêndios: opinião de José Eduardo Rebelo

A tragédia de Pedrógão Grande, um luto comunitário: como apoiar as pessoas e famílias nas suas perdas pessoais profundas

Três semanas após os incêndios devastadores em Pedrógão Grande, Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos, com a morte de mais de seis dezenas de pessoas, há lugar para uma reflexão sobre o apoio ao luto a realizar a quem perdeu os seus entes queridos.

Texto de Alexandra Monteiro, investigadora do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar

Porque não há fogo sem fumo

Já (quase) tudo foi dito sobre os avassaladores incêndios florestais de Pedrogão Grande e os dramas associados, desde o número de mortes, à destruição de terras, floresta e materiais. Um drama que cobre todas as vertentes desde a humana, a ambiental, social e económica. Estas tremendas dimensões da tragédia fazem sombra sobre aspectos menos conhecidos, mas também preocupantes, como explica a investigadora Alexandra Monteiro, do CESAM.

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