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Distinções
Aplicação desenvolvida na UA conquista categoria de Saúde
Happy vence Santa Casa Challenge 2017
O investigador Nuno Ribeiro
O projeto Happy, a primeira aplicação portuguesa desenvolvida para prevenir o cancro, venceu a categoria Saúde do Santa Casa Challenge 2017, o concurso de inovação social digital promovido pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. A aplicação foi desenvolvida por Nuno Ribeiro, aluno do Doutoramento em Multimédia e Educação da Universidade de Aveiro (UA) e investigador da Unidade de Comunicação do i3S e é parte de um projeto financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian.

Concebida no âmbito do trabalho de doutoramento (pelos departamentos de Comunicação e Arte (DeCA) e Educação e Psicologia) de Nuno Ribeiro, sob a orientação de Ana Margarida Almeida, docente do DeCA/Digimedia da UA, e Filipe Santos Silva, coordenador da equipa da Unidade de Comunicação do i3S (Instituto de Investigação e Inovação em Saúde da Universidade do Porto) responsável pelo desenvolvimento da Happy, a aplicação adapta-se ao perfil e ao contexto de cada utilizador.

Como explica Nuno Ribeiro, “o telemóvel é um dispositivo que nos acompanha todo o dia e temos tendência a confiar nele, a depender dele. Esta aplicação vive dentro do telemóvel e envia a mensagem certa, no momento certo”.

As recomendações disponibilizadas pela aplicação baseiam-se em vários fatores como a informação que o utilizador dá sobre os seus comportamentos e a localização geo-espacial do telemóvel. Nuno Ribeiro explica que, por exemplo, “se a pessoa estiver na praia durante o dia irá receber mensagens para se proteger do sol; se estiver no supermercado, a Happy vai sugerir-lhe comprar frutas e vegetais frescos”.

Santa Casa Challenge – Edição 2017 foi lançado no âmbito da participação da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) na última edição do o Web Summit. Através deste concurso procurou-se encontrar e premiar soluções inovadoras que explorem os efeitos das novas tecnologias e o potencial de trabalho em rede da Internet para resolver problemas ou necessidades sociais. Estas soluções podem resultar de novas ideias ou da aplicação de ideias já existentes aos âmbitos de intervenção da SCML.

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