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Entrevistas
Estudante do Mestrado Integrado em Engenharia Química
Dinis Abranches e a Engenharia Química: uma paixão com nota 20
Dinis Abranches
20, 20, 20, 19, 20, 20… As notas não deixam margem para dúvidas. Dinis Abranches é mesmo um dos melhores estudantes da Universidade de Aveiro (UA). Aluno do 3º ano do Mestrado Integrado de Engenharia Química (MIEQ), tem 20 anos, 20 cadeiras já feitas e uma média de 19,4 valores. O percurso de excelência, para além de lhe ter valido várias bolsas de mérito, é a recompensa de muito trabalho e dedicação à sua paixão, a Engenharia Química.

A relação de Dinis Abranches com a Engenharia Química é a história de um amor antigo. Ainda era aluno da Escola Secundária de Estarreja e já tinha instalado em casa um laboratório de química caseiro para explorar a sua curiosidade. “É difícil explicar o que mais me atrai na Química. O facto de podermos transformar uma coisa em outra fazendo reações químicas sempre me fascinou”, diz o estudante do MIEQ do Departamento de Química da UA.

Perante as excelentes notas que tem alcançado, não há como fugir à pergunta: Qual é o segredo para atingir estes resultados?

O meu grande segredo (que não é segredo nenhum) é a paixão que tenho por Engenharia Química. Entrei neste curso com o objetivo de aprender mais e mais sobre Engenharia Química: as notas que obtenho são um subproduto desse objetivo.

A Engenharia Química é a minha vida, é o que adoro fazer. E quando fazemos o que realmente gostamos de fazer as coisas tornam-se fáceis. Estudar deixa de ser estudar e o trabalho árduo deixa de ser trabalho, passa a ser um hobby. A paixão que sinto quando faço e aprendo Engenharia Química é inigualável e é isso que me permite obter tão bons resultados sem, no entanto, grande esforço aparente.

Que balanço faz da formação que teve até agora?

Tem sido uma formação de altos e baixos. Excelentes professores e excelentes cadeiras misturados com não tão excelentes cadeiras. No entanto, globalmente, tem sido uma formação bastante positiva.

Que unidades curriculares mais prazer lhe deram? Porquê?

A unidade curricular que mais me deu prazer foi, sem dúvida alguma, Termodinâmica de Processos Químicos (TPQ), seguida de perto por Química Física I e Química Orgânica. Em TPQ o apoio espetacular e os desafios constantes do professor fizeram com que me tornasse de um amante da termodinâmica.

O que queria ser quando era criança?

Quando era criança não me recordo muito bem. Sei que houve uma altura em que queria ser mecânico. Depois, durante o liceu, gostava bastante de astronomia e, claro, Química, pelo que queria ser astroquímico ou astrofísico. Acho que só entendi que o meu hobby era Engenharia Química quando entrei no secundário.

Em relação à Química, quando surgiu o interesse por esta área científica? O que mais gostava nela?

O meu interesse pela Química surgiu por volta dos meus 13 anos. Já tinha um grande interesse pelas ciências em geral, principalmente por astronomia. Comecei a montar um laboratório caseiro e a Química passou a ser o meu grande hobby e tem sido até agora.

É difícil explicar o que mais me atrai na Química. O facto de podermos transformar uma coisa em outra fazendo reações químicas sempre me fascinou.

Porque é que escolheu o Mestrado Integrado em Engenharia Química da UA?

Três fatores pesaram na minha escolha pela UA: o facto de ser perto de casa, os prémios de mérito dados pela Universidade e a formação global oferecida pelo curso.

Três anos volvidos sobre a sua entrada no DQ, concretizou essas expectativas?

Creio que sim, tenho aprendido muito e estou a tornar-me, aos poucos, o que sempre quis ser.

Quando concluir o Mestrado Integrado, o que pretende fazer?

Quando concluir o mestrado integrado pretendo fazer um doutoramento e prosseguir a partir daí. Gostava de me tornar investigador, mas há outras áreas que também me atraem.

E daqui a dez anos, onde se imagina a trabalhar?

Não sei bem. Talvez a fazer investigação na área.

Alguma outra informação que considere importante referir

Gostava de deixar uma palavra de agradecimento ao professor João Coutinho por todos os desafios que me tem proposto e todas as oportunidades que me tem dado.

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