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Desenvolvida por Nuno Ribeiro, aluno de Doutoramento em Multimédia em Educação
Primeira aplicação portuguesa desenvolvida para prevenir o cancro no "90 segundos de ciência"
O investigador Nuno Ribeiro
A Happy, a primeira aplicação portuguesa desenvolvida para prevenir o cancro, está esta sexta-feira, 12 de maio, em destaque no "90 segundos de ciência". Sintonize a Antena 1 às 18h58 e fiquei a conhecer em pormenor o trabalho de Nuno Ribeiro, aluno do Doutoramento em Multimédia e Educação da UA e investigador do i3S. O programa repete na segunda-feira, 15 de Maio, antes das 11h00.

“Health Awareness and Prevention Personalized for You”, em português “prevenção personalizada para si”, é o nome completo desta ferramenta que dá razão ao acrónimo. Na Happy o utilizador encontrará o seu HappyScore, um valor que ilustra em tempo real o nível de prevenção de cancro individual, desafios saudáveis e a possibilidade de se ligar aos seus amigos para partilha de resultados.

Instalada no telemóvel, a aplicação envia a mensagem certa, no momento certo. As recomendações disponibilizadas pela aplicação baseiam-se em vários fatores como a informação que o utilizador dá sobre os seus comportamentos e a localização geo-espacial do telemóvel. Por exemplo, se o utilizador estiver na praia durante o dia irá receber mensagens para se proteger do sol; se estiver no supermercado, a Happy vai sugerir-lhe comprar frutas e vegetais frescos.

A aplicação foi desenvolvida no âmbito do trabalho de doutoramento leccionado departamentos de Comunicação e Arte (DeCA) e Educação e Psicologia, sob a orientação de Ana Margarida Almeida, docente do DeCA/Digimedia da UA, e Filipe Santos Silva, coordenador da equipa da Unidade de Comunicação do i3S (Instituto de Investigação e Inovação em Saúde da Universidade do Porto) responsável pelo desenvolvimento da Happy. No âmbito desse trabalho a aplicação foi testada por 32 voluntários durante um mês, tendo-se revelado eficaz.

Esta nova aplicação tem como público alvo prioritário pessoas com idades compreendidas entre os 18 e os 40 anos, estando disponível gratuitamente nas lojas de aplicações da Apple e da Google. 

Ao longo dos 261 episódios produzidos, “90 segundos de ciência” dará a conhecer o trabalho de um investigador português, a trabalhar na sua maioria em Portugal, nas áreas mais diversas, com o intuito de dar a conhecer a ciência que se faz em Portugal e incrementar a literacia científica da população portuguesa.

Duas vezes por dia, antes das onze da manhã e antes das sete da tarde, de segunda a sexta, é dada voz aos investigadores portugueses, dos Açores ao Minho, da Madeira à Covilhã, do Algarve a Bragança, e aos que andam espalhados pelo mundo, e das ciências sociais às ciências exatas, passando pelas humanidades.

Após a emissão, os programas são disponibilizados em http://www.90segundosdeciencia.pt, com mais material multimédia sobre cada um dos projetos e investigadores convidados.

O programa é coordenado por António Granado e Paulo Nuno Vicente, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (FCSH NOVA), e Joana Lobo Antunes, do Instituto de Tecnologia Química e Biológica António Xavier (ITQB NOVA), e conduzido por Adriano Cerqueira, do ITQB NOVA.

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