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Ensino e Formação
Início a 10 de março de 2017
Colaboração Empresarial
Com início a 10 de março de 2017 a UNAVE promove, em horário pós-laboral ( sextas, das 18h00 às 22h00, e sábados, das 09h00 às 13h00. Desconto de 20% para quem efetivar/ pagar a inscrição até ao dia 17 de fevereiro de 2017. Inscreva-se!

Colaboração Empresarial

Fundamentação

No atual ambiente de negócios, perante os desafios da competi-tividade, é um imperativo estratégico estabelecer parcerias colaborativas. A colaboração é um instrumento competitivo. À luz da matriz colaborativa, as empresas podem desenvolver novos mercados, inovar, ter operações mais ágeis e competir com maior capacidade de resposta.

Assim, a colaboração tem impacto no bottom-line, na eficiência operacional e na sustentabilidade dos resultados. Todavia, a pro-moção de comportamentos colaborativos e da confiança entre pares, aumenta a complexidade e os riscos desta abordagem.

O curso está desenhado para que os gestores vençam o desafio da competição colaborativa. Com base numa abordagem inovadora, esta oferta formativa pemitirá a exploração do potencial da colaboração.

O objetivo consiste em dominar novas valências, desde a sele-ção de parceiros, preparar inovação conjunta, passando pelo engagement social, até à mobilização.

A partilha das boas práticas, a parceira internacional com um centro de conhecimento de topo, aliado à experiência empresarial do corpo docente, isto é com um foco na aplicação da colaboração em temas reais, resulta numa proposta inovadora  que convida à ação.

O curso está estruturado em torno de quatro módulos distitintos mas complementares, visando numa tónica pragmática, desenvolver Competências, Processos e Comportamentos.

Na atual dinâmica de negócios, a competitividade das empresas está cada vez mais entrelaçada com os laços colaborativos com parceiros.

Os gestores não podem ficar indiferentes ao potencial da Colaboração:

É possível transformar relacionamentos colaborativos em valor!

A Colaboração e os objetivos

A competição global implica um conjunto de novos desafios.

A criação de valor implica saber atuar em sistemas competitivos onde vários parceiros se interligam e articulam.

A colaboração é uma estratégia que responde às exigências de mercados muito competitivos, permitindo a composição de ofertas de valor ultraespecializadas e operações mais eficientes.

É uma exigência competitiva reforçar o empenho na colaboração, gerir riscos e gerar confiança, partilhando um rumo e uma ambição.

Um sistema de gestão de matriz colaborativa contempla um conjunto alargado de dimensões, designadamento processos de melhoria, gestão de risco relacional, scoring de parceiros, mobilização e avaliação em permanência dos objetivos comuns.

É hoje reconhecido que o potencial da colaboração não pode ser gerido através somente de critérios individuais ou de forma ad-hoc.

A via colaborativa é um terreno fértil para a inovação diferen-ciadora que desperta cada vez mais interesse aos líderes empresariais.

Os novos desafios exigem um novo patamar de maturidade colaborativa, o que implica por parte das empresas traçarem o seu próprio rumo mas aprofundando as suas interações de laços sociais fortes com  parceiros preferenciais.

É este o desafio e é este o nosso compromisso: apoiar as empresas tendo como prioridades a matriz relacional e as competências colaborativas.

Destinatários

Este curso tem particularmente importância para empresas que desejam liderar redes de negócio e que valorizam as parcerias.

Por exemplo, empresas inovadoras, isto é, que desenvolvem projetos de lançamento de novos produtos ou processos de serviço, onde se exige o trabalho colaborativo entre vários parceiros.

O curso está também alinhado com empresas com componentes de internacionalização ou que enfrentam competição global, assim como aquelas em que a distribuição e  a qualidade de prestação de serviços implicam forte interação com parceiros de negócio.

Ou seja, o curso é dirigido às empresas em que a oferta de valor ou a forma de servir são baseadas no relacionamento entre várias empresas.

Os agentes de mudança empresarial encontrarão nas práticas colaborativas deste curso um apoio imprescindível, nomeadamente:

– administradores e assessores de direção;

– gestores e responsáveis funcionais.

Conteúdos/Cronograma

Coordenadora e Formadores

A coordenação científico-pedagógica e a formação é da responsabilidade da professora Marlene Amorim, doutorada em Gestão, pela IESE Business School (Barcelona), mestre em Gestão de Ciência, Tecnologia e Inovação, pela Universidade de Aveiro (UA), e licenciada em Economia, pela Universidade do Porto.

Pró-reitora da UA para a Internacionalização e professora auxiliar no DEGEIT–Departa-mento de Economia, Gestão, Engenharia Industrial e Turismo, desenvolve inves-tigação em qualidade e inovação em serviços, integrada em projetos de investi-gação a nível nacional (FCT) e internacional (FP7). Tem promovido o desenvolvimento de novos negócios e serviços de inovação social, integrando redes de investigação internacionais e implementando ações de capacitação dirigidas a cidadãos e instituições locais.

Área de Intervenção: Gestão de Serviços

A equipa de formadores é também constituída por:

Bruno Marques. Doutorado pela Universidade de Aveiro, mestre pela Universidade Católica (UCP)e MBA em Gestão de Informação (UCP).É consultor independente nas áreas de Gestão, Tecnologias de Informação (TI) e Parcerias Empresariais.É professor convidado na UCP, Academia Militar e IPAM nas áreas de Gestão de Informação, Gestão do Conhecimento, Inovação e Gestão da Mudança.Trabalhou mais de dez anos no setor dos seguros como responsável pela área de IT Governance. Anteriormente trabalhou em empresas nacionais nas áreas de Marketing e TI e foi consultor (Accenture).Tem as certificações CISA®, CGEIT® e tem o curso de Collaborative Leaders do Institute of Collaborative Working (ICW). É membro associado do ICW.Autor do livro “Colaborar para Vencer–Gerir Parcerias nos Seguros”.

Área de Intervenção: Gestão Colaborativa, Seleção de Parceiros e Mudança. 

Peter Balikó. Frequência do mestrado em Sistemas Socio-Organizacionais da Atividade Económica no ISEG. É quadro da Gabinae Consulting liderando a área de consultoria estratégica e organizacional. Foi principal da BrightPartners; foi quadro da EDINFOR LogicaCMG com competências de client manager da EDP. Integrou os quadros do Ministério das Finanças com competências de coordenação de projetos nas áreas da modernização administrativa. Colaborou com a CESO I&D, coordenou diversos projetos de implementação de modelos organizacionais com recurso às TI/SI. É docente universitário.

Área de Intervenção: Mobilização e Gestão da Mudança

Luís Mira Amaral. Presidente do Conselho de Administração da BUSY ANGELS, SA, administrador da Sociedade Portuguesa de Inovação–Consultadoria Empresarial e Fomento da Inovação.É membro do Conselho Geral e presidente dos Conselhos da Indústria e Energia da CIP.Foi ministro do Trabalho e Segurança Social (1985-87), ministro da Indústria e Energia (1987-95), presidente do Forum para a Competitividade, membro do “Competitiveness Advisory Group” do presidente da Comissão Europeia, chairman do “Mercosur–European Union Business Forum” e negociador pelo governo português da barragem de Cahora-Bassa.Entre outros cargos de gestão, foi administrador do grupo BPI, presidente executivo do Banco de Fomento em Angola e Moçambique, Presidente Executivo da CGD e do Banco BIC Português e administrador de várias empresas das áreas industrial, energética e de sistemas de informação.É docente, colaborando com diversas uni-versidades, sendo professor catedrático convidado de Economia e Gestão no DEG/IST.Tem escrito numerosos artigos sobre temas de economia, política industrial e energética, gestão, banca e sistema financeiro e publi-cou vários livros.Engenheiro electrotécnico (IST), mestre em Economia pela NOVASBE, pós-graduado em Gestão Geral (STANFORD EXECUTIVE PROGRAM”), pela Universidade de Stanford e em Gestão Bancária (Strategic Management in Banking Program) pelo INSEAD.

Área de Intervenção: Estratégia e Competitividade Empresarial

Luís Tavares. Presidente do Conselho de Administração da Cabovisão.Foi General Manager e CEO da Cabovisão. Foi Head of Data Sales, Marketing and Operations Wholesale BU na Optimus–Comunicações S.A. e Strategic Network Planning Director na Sonaecom. É professor convidado na Academia Militar no Mestrado de Guerra de Informação/Competitive Intelligence na área de Gestão de Informação e do Conhecimento. Foi professor assistente na Universidade Católica (UCP) na disciplina de Knowledge Management. Foi professor na Universidade Lusófona na área de Gestão de Sistemas de Informação. Fez um MBA na UCP em Gestão de Informação.

Área de Intervenção: Inovação

David Hawkins. É autor da metodologia de trabalho colaborativo (CRAFT), que deu lugar à norma BS11000, e é a força motriz da sua passagem a norma IS011000. É um dos maiores especialistas mundiais em colaboração empresarial. Tem uma carreira de mais de 40 anos consubstanciada em projetos internacionais na indústria da construção. É conferencista e autor de inúmeros artigos sobre colaboração empresarial, tendo também publicado livros sobre o tema. É Diretor de Operações e Knowledge architect do ICW–Institute of Collaborative Working.

Ver curso > http://www.unave.pt/?formacao=colaboracao-empresarial

Para mais informações contactar:

José Carlos Maximino

josecmaximino@ua.pt

tlf.: 234 370 833

fax: 234 370 835

UNAVE - Associação para a Formação Profissional e Investigação da Universidade de Aveiro

Edifício 1

Campus Universitário de Santiago

3810-193 Aveiro

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