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Investigação
Consórcio coordenado pela UA inclui mais cinco parceiros
Aprovado projeto INTERREG EUROPE liderado pela UA
O coordenador Jorge Bandeira e a vice-coordenadora Margarida Coelho na ¿lead partners workshop¿, Roterdão
A visão principal do projeto CISMOB (Cooperative information platform for low carbon and sustainable mobility) é potenciar a aplicação de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) na mobilidade urbana como forma de promover a redução da pegada de carbono e aumentar a sustentabilidade das zonas urbanas, através de uma otimização na eficiência do sistema de transportes. Este projeto foi um dos 64 aprovados na 1ª Convocatória do Programa Interreg Europe e é liderado por Jorge Bandeira, investigador de pós-doutoramento no grupo de investigação “Transportation Technology” do Centro de Tecnologia Mecânica e Automação, coordenado pela professora Margarida Coelho.

O projeto teve início a 1 de abril de 2016 e tem a duração de 4 anos. O consórcio liderado pela UA inclui mais cinco parceiros - Universidade de Estocolmo, Município de Águeda, Sistemas Inteligentes de Transportes - Roménia, Autoridade Metropolitana dos Transportes de Bucareste e Agência de Energia da Extremadura.

Num contexto de crescente disponibilidade de tecnologia de sensores para monitorizar e armazenar grandes quantidades de dados, um desafio comum para os decisores políticos passa por identificar as melhores práticas para tirar partido destas novas fontes de dados e usá-los para priorizar áreas de intervenção, gerir eficientemente as redes rodoviárias, informar os cidadãos e motivá-los a escolher opções de mobilidade mais sustentáveis.

O objetivo central do projeto CISMOB foca-se em melhorar a aplicação das políticas regionais e programas de mobilidade através de um entendimento completo sobre os diferentes impactes relacionados com o transporte e as principais vulnerabilidades associadas a diferentes zonas do território. Os parceiros CISMOB consideram que os programas da política de mobilidade local/regional não deve ser focalizados unicamente na minimização de um determinado parâmetro (por exemplo, níveis de congestionamento), mas sim promover abordagens holísticas, capazes de responder às perguntas: o que (minimizar)? Por quê? Quando? Onde? E como? Os instrumentos políticos (dos quais são exemplo os Programas operacionais e os planos de mobilidade sustentável) devem também fornecer um quadro de indicadores para avaliar e informar os custos e benefícios ambientais para avaliar diferentes soluções de mobilidade.

O consórcio CISMOB integra um conjunto de cidades e regiões de características heterogéneas, que são representados por instituições com perfis complementares. Todos os parceiros irão cooperar, a fim de identificar as melhores práticas de gestão sustentável do sistema de transportes. Serão organizados seminários, programas de intercâmbio de pessoal, conferências e encontros locais com as partes interessadas com o objetivo de trocar experiências, aprender as melhores práticas e potenciar a participação do cidadão. Além do desenvolvimento de planos de ação para melhorar cinco instrumentos políticos, o consórcio pretende desenvolver uma agenda intitulada “ICT towards low carbon and sustainable mobility ­ - a multi­scale perspective”.

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