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Sessão a 7 de maio, às 18h30, na Fábrica Centro Ciência Viva com entrada livre
“Ética e suporte terminal de vida” é o tema da próxima sessão do ciclo “(I)Moralidades”
Ética é e suporte final de vida é tema de sessão promovida pelo Conselho de Ética
Será que os profissionais de saúde estão preparados para lidar com situações de finitude, de perda e de luto? E a família, de que modo vivencia todo este processo da doença? E a vontade do doente, sujeito principal do maior sofrimento, é sempre respeitada? Sofia Braga e João Gonçalves Pereira, ambos médicos, e Alexandre Quintanilha, investigador, vão discutir “Ética e suporte terminal de vida” numa sessão do ciclo “(I)moralidades”, dia 7 de maio às 18h30, promovida pelo Conselho de Ética e Deontologia da Universidade de Aveiro. A sessão decorre na Fábrica Centro Ciência Viva.

Aprender a lidar com a morte num contexto de doença crónica é um desafio que poucos se propõem debater, considera Ana Pedro, membro do Conselho de Ética e Deontologia da UA. Os cuidados paliativos surgem como uma resposta, entre outras, para ajudar os doentes terminais (crianças e adultos) e as suas famílias a ultrapassar um dos momentos mais difíceis das suas vidas.

"Contudo, se por um lado as inovações terapêuticas têm vindo a aumentar as possibilidades de prolongamento da vida, por outro lado, estas não devem ser obstinadamente empregues, tornando-se injustificáveis, desnecessárias e inúteis, sobretudo, por não respeitarem a dignidade humana nem o princípio da autonomia do paciente terminal. Sendo que um dos dilemas éticos de cuidar de quem se encontra na iminência da morte exige muito mais do que conhecimentos técnicos e científicos acerca da doença", salienta Ana Pedro, docente e investigadora do Departamento de Educação da UA.

Esta sessão do ciclo “(I)moralidades”, promovido pelo Conselho de Ética e Deontologia da Universidade de Aveiro vai contar, como palestrantes, com Sofia Braga, médica do Grupo Mello Saúde no Hospital da CUF - Infante Santo; João Gonçalves Pereira, médico diretor da Unidade de Cuidados Intensivos no Hospital Reynaldo dos Santos, e Alexandre Quintanilha, investigador do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS) da Universidade do Porto. A moderação da sessão está a cargo de Mário Barbosa, professor do ICBAS.

A entrada é livre mas os interessados devem inscrever-se através do email: cramos@ua.pt

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