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Balanço positivo por parte de formandos e docentes de Aveiro
Professores brasileiros criam laços de futuro com colegas de Aveiro após formação na UA
Formandos brasileiros de educação
Foi com muita alegria e a leitura de um poema sobre os dias passados em Aveiro que o segundo grupo de professores brasileiros a fazer uma formação intensiva na Universidade de Aveiro (UA) terminou dia 27 os seus estudos. Os 19 educadores de infância, oriundos de todo o Brasil, aproveitaram estes dias para estabelecer contactos pessoais e profissionais entre eles e com os docentes da UA, além do que aprenderam na sua área de atuação em específico, em 60 horas de formação.

Para Gabriela Portugal, coordenadora do curso, o resultado destes dias de trabalho émuito positivo”: “Existe uma alegria e interesse genuínos por parte dos formandos. Muitos dizem que regressam cheios de ideias novas para integrar no seu trabalho, referindo que os conteúdos e a forma como os apresentamos suscitaram questionamentos sobre a atuação deles e sobre as práticas. Globalmente, encaram este tempo como um tempo de intensa aprendizagem, pela interação com as formadoras e pela oportunidade de partilha entre colegas de locais tão diversos do Brasil”, frisa.

Mas os docentes portugueses também “ganharam” com o convívio com colegas do outro lado do Atlântico: “Para nós, professores da UA, esta formação permitiu-nos conhecer contextos diferentes, mesmo que indiretamente, através do olhar dos formandos, e perspetivas diferentes de intervenção em educação, o que nos leva a questionar e refletir sobre nossas conceções e posições perante as questões da educação. Conhecer outras realidades é sempre fator de enriquecimento e é algo que nos ajuda a equilibrar ou ajustar as nossas perspectivas”, acrescenta a coordenadora do programa.

Os formandos levam uma imagem “muito positiva” da UA e do país. A maioria deles nunca tinha vindo a Portugal nem tinha ouvido falar da UA, mas depois destes 15 dias, serão verdadeiros embaixadores desta academia no Brasil, explicou Gabriela Portugal: “Os formandos levam uma imagem muito positiva” da UA, o que só abonará em favor da nossa imagem junto da CAPES e instituições educativas a que cada um deles está afeto no Brasil”.

A formação terminou. Mas o que vai resultar para o futuro? A docente refere que foram estabelecidos vários contactos e laços como, por exemplo, após visitas a escolas onde os docentes brasileiros conheceram educadoras e professoras portuguesas de ensino especial. “Foram trocados e-mails para que a partilha de experiências da prática possa acontecer futuramente. Alguns formandos manifestaram muito interesse em voltar à UA para fazer mestrados e doutoramentos, bem como participar em congressos da área que aqui venham a ser organizados. Além disso, dado o grau de grande satisfação dos formandos, tudo leva a crer que a CAPES venha a financiar novos cursos num futuro próximo”, acrescenta Gabriela Portugal.

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