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Investigação
ESSUA e IEETA estão envolvidas na parceria
UA participa no desenvolvimento de nova tecnologia para regeneração de voz
Luís de Jesus coordena a pesquisa na UA
Desenvolver um assistente tecnológico avançado para reconstruir a voz natural a partir de voz disfónica é o objetivo do projeto “DyNaVoiceR - Dysphonic to Natural Voice Reconstruction”, em que participa a Universidade de Aveiro, através da Escola Superior de Saúde (ESSUA) e do Instituto de Engenharia Eletrónica e Informática de Aveiro (IEETA).

Pretende-se que as pessoas com certas perturbações vocais comuniquem eficaz e confortavelmente, em ambos os cenários humano-para-humano e humano-para-máquina, usando o seu sistema de produção de fala.

Foi recolhida e anotada uma base de dados de amostras de vozes do Português Europeu, em diferentes tarefas de fala, para a obtenção de parâmetros acústicos de referência. Estas bases de dados são fundamentais na distinção entre voz normal e patológica e na caracterização das respetivas especificidades. Deste modo, pretende-se, também, caracterizar e analisar as diferenças acústicas entre a voz normal e voz sussurrada em distintas tarefas de fala.

Neste momento procede-se à análise e modelização precisa de sinais de voz, para além da segmentação fonética de voz disfónica. Estão também a ser desenvolvidas técnicas e ferramentas inovadoras para a síntese precisa e controlo de componentes do sinal de voz que são fundamentais para a reconstrução de voz natural a partir do que designa voz disfónica, ou seja, perturbação  da  voz  caracterizada  por  dificuldade  ou  alteração  persistente  na  emissão  vocal  que  impede  a  produção  natural  da  voz.

O projeto envolve ainda a integração e realização da tecnologia de assistência, na forma de uma app para smartphones, e considerará aspetos de usabilidade e de afinação.

Para além da UA, que participa via IEETA e Laboratório de Fala, Linguagem e Audição (SLHlab) da ESSUA, são parceiros o CINTESIS – Center for Health Technology and Services Research, e as faculdades de Medicina (FMUP) e de Engenharia (FEUP) da Universidade do Porto, sendo esta última coordenadora do projeto. Na UA, o trabalho é coordenado por Luís de Jesus, professor da ESSUA e coordenador do SLHlab.

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