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Destacada relevância da ferramenta Shift to 4.0 para promoção da inovação nas PME
Assinado protocolo que enquadra medição da maturidade digital das empresas
Entidades assinam protocolo para concretizar projeto Shift to 4.0
A Universidade de Aveiro (UA) assinou a 7 de março um protocolo, iniciativa do Instituto de Soldadura e Qualidade (ISQ), em que esteve também presente o IAPMEI-Agência para a Competitividade e Inovação, IP, e várias outras entidades que enquadra o projeto Shift to 4.0. O projeto visa aplicar uma ferramenta de autodiagnóstico de maturidade digital a empresas. O Vice-reitor da UA, Anselmo Castro, destacou o empenho da UA nesta e noutras iniciativas igualmente importantes para promover a inovação nas empresas, particularmente, nas pequenas e médias empresas.

Tratou-se de um protocolo para lançamento e implementação do SHIFT to 4.0, uma iniciativa desenvolvida pelo ISQ em parceria com o IAPMEI e a UA. O projeto foi configurado com a colaboração de Cristina Barros, na qualidade de Cocoordenadora Técnica do EIXO 3 do Programa INCODE 2030. A implementação do SHIFT 4.0 permitirá a obtenção de um panorama do estado de maturidade das empresas portuguesas face aos desafios da Indústria 4.0, podendo, a partir dessa base ser identificadas oportunidades, boas práticas, ferramentas, medidas e ações que possam apoiar os processos de reflexão estratégica das empresas, em particular das PME, no seu percurso de transformação digital e reforço de competências nesta área. Em paralelo, prevê-se que sejam reforçadas as competências específicas na “rede de consultores” parceiros, sendo disponibilizadas ferramentas adicionais para suporte ao trabalho de consultoria em matérias associadas aos processos de transformação digital e I4.0. O SHIFT to 4.0 decorre em três fases:

- Na primeira, em que será definida a metodologia de diagnóstico, é identificada a amostra que irá participar no exercício de diagnóstico, sendo, para tal, selecionado um conjunto de 80 empresas de diferentes dimensões e de setores relevantes para a economia nacional;

- A segunda fase será de operacionalização da metodologia definida na fase 1, sempre acompanhada de monitorização no terreno, de modo a, se necessário, serem realizados ajustes. Haverá também lugar à definição das ferramentas de apoio necessárias ao scale up do exercício de aplicação do diagnóstico (ex.: Roadmap de intervenção, textos de apoio sobre Indústria 4.0, templates de entrevista/relatórios, entre outros);

- Na terceira fase, a fase de scale up do projeto, a ferramenta de autodiagnóstico da maturidade digital das empresas, será disponibilizada a todas as interessadas.

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