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Investigação
A relevância da investigação é factor de ponderação no momento de escolha do curso e da instituição
Uma ideia de futuro? Contribuir para construção de conhecimento na UA
A relevância da investigação na UA tem sido sucessivamente reconhecida por parâmetros nacionais e internacionais
Uma pista sobre quem avançou, recentemente, uma possível explicação para a origem dos Impulsos Rápidos de Rádio, tão conhecidos dos astrónomos? E quem conseguiu ligar os sinais de um eletrocardiograma à identificação do proprietário desse coração e às emoções sentidas durante o registo? Ou ainda quem descobriu uma possível solução para o chamado cancro do kiwi? Tudo isto e muito mais foi descoberto na UA e resultou de investigação made in Aveiro.

Apenas três dos muitos exemplos recentes do que se descobre na UA? Os misteriosos e tão conhecidos dos astrónomos Impulsos Rápidos de Rádio, que se pensava terem origem em seres alienígenas ou gerados por estrelas de neutrões, podem, afinal, ser gerados pela própria matéria escura sob a forma de axiões e buracos negros tão antigos como o Universo. Quem propõe esta teoria é o físico João Rosa (http://uaonline.ua.pt/pub/detail.asp?lg=pt&c=54831).

Num outro campo da ciência, uma equipa multidisciplinar de investigadores da UA, nas áreas da química e da biologia, propõe uma nova solução para uma doença tem vindo a preocupar os produtores de kiwi, o chamado “cancro do kiwi” (http://uaonline.ua.pt/pub/detail.asp?lg=pt&c=54790) .

Um grupo de investigadores de engenharia informática e de psicologia descobriu que, a partir de um eletrocardiograma, é possível identificar o coração associado àquele sinal – e, logo, também identificar a pessoa – assim como as emoções sentidas durante o registo (http://uaonline.ua.pt/pub/detail.asp?lg=pt&c=54695).

Investigação de excelência

Estes exemplos são apenas parte da investigação de excelência realizada na UA em temas pioneiros e emergentes de relevância social e global e sublinham uma forte vocação para a investigação interdisciplinar. O esforço continuado em diversas áreas científicas promove uma integração e colaboração mais estreitas de diferentes disciplinas, como sejam a Engenharia, as Ciências Naturais, as Artes e Humanidades, a Economia e Gestão, as Ciências da Vida e Saúde ou a Informática.

Investigadores, estudantes de doutoramento e de pós-doutoramento e bolseiros de alto nível, especializados num amplo leque de disciplinas e áreas científicas, circulam e trabalham no campus constituído por departamentos universitários, centros de investigação, escolas politécnicas e unidades de interface. A maioria das 19 unidades de investigação é de natureza interdisciplinar, quatro delas têm estatuto de Laboratório Associado e mais de 80% foi classificado como Muito Bom ou Excelente.

Reconhecimento internacional

A excelência da investigação tem sido sucessivamente reconhecida por avaliações internacionais. Na edição de 2018 do ranking das universidades com menos de 50 anos do Times Higher Education (THE), a UA mantém o primeiro lugar nacional partilhado com a Nova de Lisboa, Minho e Beira Interior, mantendo também o primeiro lugar nacional no critério “investigação” (“research”). No U-Multirank, a UA sobe em nove dos dez parâmetros do tópico “investigação”, assim como melhorou a sua prestação em sete dos oito parâmetros do tópico “transferência de tecnologia” em que foi feita a avaliação.

Também no ranking do Centro para os Rankings Universitários Mundiais (CWUR em inglês) a UA sobe 30 posições na avaliação mundial e nos critérios “research output” e “quality publications”, ambos relacionados com a investigação. A avaliação internacional de Leiden coloca a UA em primeiro lugar nacional em três tópicos associados à investigação: “PP top 10%”, “MCS” e “MNCS”. Neste ranking a UA subiu a sua prestação nas áreas Ciências Biomédicas e da Saúde, Ciências da Terra e da Vida e Matemática e Ciência de Computadores.

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