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Divulgação de Ciência
Academia de Verão 2018
Perto de 500 futuros universitários descobrem vocações e experienciam a vida académica na UA
Segunda semana da 12ª edição da Academia de Verão arranca este domingo
Há 13 anos que o verão não é apenas banhos de sol e mergulhos no mar para as cinco centenas de alunos que participam anualmente na Academia de Verão. Durante duas semanas, de 8 a 20 de julho, a UA abre as suas portas e oferece a possibilidade a alunos do ensino básico e secundário de todo o país de experimentar a vida universitária a tempo inteiro e de participar em vários programas científicos, culturais, desportivos e de lazer. Acompanhados por professores, investigadores e alunos da UA, os participantes adquirem conhecimento, descobrem vocações e usufruem de umas férias inesquecíveis.

Na primeira semana, de 8 a 13 de julho, decorre a “Academia Júnior”, especialmente preparada para os alunos do 5.º ao 9.º. Durante cinco dias, entre as 09h30 e as 18h00, 40 alunos do 5º e do 6º ano assumem o papel de um estudante universitário e nos laboratórios ou nas salas de aula da UA serão convidados a explorar a diversidade biológica, linguística, psicossocial e cultural (BLPC), através do programa C1, e a conhecer o campus universitário, através de atividades lúdicas e de desafios que vão colocar os seus conhecimentos de Línguas e Matemática à prova, no programa C2.

Para os 59 alunos do 7.º, 8.º e 9.º anos que se inscreveram nesta semana, foram preparados três programas. O programa A1 que vai mostrar como funcionam e quais são as aplicações dos materiais que se escondem nas tecnologias que revolucionaram as comunicações, as energias renováveis e a saúde; e os programas A2 e A3 que vão desafiar os participantes a perceber como é que é ser economista, gestor, engenheiro industrial e gestor turístico num ambiente e contexto de empresa, através de jogos e atividades.

Ao mesmo tempo que a centena de alunos do 5º ao 9º ano participa na “Academia Júnior”, 136 estudantes do 10, 11º e 12º anos vão dividir-se por oito programas. Ao longo da semana, os futuros doutores vão conhecer os vários grupos de organismos vivos; perceber a importância da biomedicina molecular; e adquirir conhecimentos de computação gráfica, realidade virtual e robótica móvel.

Ser fotógrafos, animadores ou astronautas em cenários chroma key; percorrer as várias abordagens e aplicações da Matemática; explorar a versatilidade de ação da engenharia mecânica nos tempos modernos; conhecer diversas práticas clínicas; e aprender a recolher amostras de água, solo e de peixe são as outras propostas.

As atividades da primeira semana culminam com uma palestra sobre “Newspace”, dinamizada pelo CEO co-fundador e CEO da Firefly, Thomas E. Markusic, no dia 13, às 16h00, no Auditório Renato Araújo, na Reitoria, e com a habitual cerimónia de entrega de diplomas aos participantes.

As atividades da segunda semana da Academia arrancam no dia 15 com 14 novos programas científicos e a chegada de mais 205 jovens e com uma segunda sessão da palestra sobre “Newspace”, dinamizada pelo CEO co-fundador e CEO da Firefly, Thomas E. Markusic, no dia 15, às 16h00, no Auditório Renato Araújo, na Reitoria.

Os 39 alunos dos 7º, 8º e 9º anos terão dois programas à sua espera, que os vão fazer calçar as botas, pôr o capacete e meter as mãos à obra como um verdadeiro engenheiro civil e perceber, também, como é que as praias se comportam ao longo dos tempos.

Para os mais velhos, foram concebidos 12 programas científicos em diferentes áreas científicas. Aos 166 alunos do 10º ao 12º ano que aqui chegam no dia 15 são propostas várias atividades que abordam a influência da Engenharia Biomédica na nossa qualidade de vida, as aplicações dos biomateriais, os vários grupos de organismos vivos e a importância das línguas, da arte e da cultura.

Os futuros universitários vão ser desafiados a colocar a sua criatividade em ação na concretização de um projeto de design, a aprender a programar, a desenvolver um projeto de investigação com base em aplicações computacionais e a aplicar as suas competências empresariais. São convidados, ainda a vestir a bata, colocar os óculos e a viver o dia a dia de um químico, bioquímico, biotecnólogo ou engenheiro químico, a “ouvir cenas de física, mais velhas ou acabadinhas de descobrir”, a descobrir porque é que o tempo varia de um dia para o outro e a olhar para a problemática dos incêndios florestais de uma forma mais consciente e abrangente.

Paralelamente à componente científica, todos os 500 participantes têm aqui a oportunidade de criar laços e de fazer amigos, participar nas mais incríveis atividades desportivas, culturais e de lazer e de colocar em prática a sua vocação solidária. À semelhança do que tem sido habitual em anos anteriores, estará em marcha durante as duas semanas a ‘academia solidária’: uma campanha alargada à cidade para a angariação de bens alimentares (arroz, massas, farinhas, bolachas, feijão, conservas, cereais, leite, óleo, azeite, etc.) e produtos de higiene (champôs, gel de banho, sabonetes, escovas e pastas de dentes, giletes, espuma de barbear, papel higiénico, etc.) a favor da APPACDM.

Refira-se ainda que, em linha com a sua política de valorização do mérito, a UA atribui uma bolsa por cada programa aos melhores alunos do 10º ao 12º ano economicamente impossibilitados de frequentar a Academia de Verão, bem como os prémios ‘Competições Nacionais de Ciência’ e ‘Olimpíadas de Química’.

Todas as atividades da Academia de Verão estão disponíveis na página web, podendo ser acompanhadas diariamente na página do facebook.

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