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Entrevistas
Antigo presidente da AAUAv - Henrique Cruz
“A experiência do associativismo ensinou-me a ser um jogador de equipa”
O 40º aniversário da Associação Académica da Universidade de Aveiro (AAUAv) completa-se a 28 de junho. Para assinalar a data, o jornal online tem recordado alguns dos seus dirigentes máximos. Henrique Cruz, agora a concluir o Mestrado Integrado em Engenharia de Computadores e Telemática, assumiu a direção da Associação em 2016, orgulhando-se da política de gestão financeira seguida pela sua equipa.

O que o motivou a envolver-se no associativismo?

Numa fase inicial, o meu interesse pelo associativismo começou no meu curso, enquanto acompanhava o trabalho do Núcleo de Estudantes de Engenharia de Computadores e Telemática (NEECT) e à medida que me fui envolvendo em projetos do Núcleo, nomeadamente quando colaborei com uma fantástica equipa na organização do Encontro Nacional de Estudantes de Informática em 2014.

A minha envolvência no associativismo deveu-se também à minha vontade de crescer enquanto pessoa à medida que servia uma comunidade de estudantes que merece a melhor representação possível.

Que mais-valias retirou desta experiência?

A experiência do associativismo ensinou-me a ser um jogador de equipa. Conheci a enorme e fascinante pluralidade de opiniões e projetos dos estudantes da UA, sempre com o objetivo comum de contribuir para esta Academia.

O associativismo ensinou-me que há causas maiores que nós e que todos juntos, à nossa maneira, as temos de defender.Foram também tempos de grande convívio e de fazer amizades que, com certeza, durarão para a vida.

Qual foi o grande marco do seu mandato?

Antes de tomar posse, eu e a minha equipa tínhamos vários objetivos que assumiam um pilar comum: a identidade da Academia e dos estudantes Aveirenses. Foi à volta deste mote que mantivemos a aposta em alguns projetos que considero chave da AAUAv, nomeadamente no desporto e nos núcleos da estrutura.

No entanto, assumo que o grande marco do mandato de 2016 foi mostrar que conseguimos fazer mais com menos. Desde cedo nos apercebemos que as políticas de gestão da Casa não eram sustentáveis num futuro muito próximo, pelo que fomos obrigados a redirecionar o nosso foco para uma gestão financeira apertada, sem descurar o essencial para as atividades, projetos e o normal funcionamento da Associação Académica. Naturalmente que termos conseguido um resultado bastante positivo com tudo aquilo que conseguimos alcançar e desenvolver durante o ano inteiro, é algo que me orgulha imenso.

 

 

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