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Entrevistas
Professora UA – Marisa Lousada, Escola Superior de Saúde da Universidade de Aveiro
Ora diga lá: Terapia da Fala na sala de aula
Marisa Lousada
Terapeuta da Fala, autora de diversos testes de avaliação e de programas de intervenção na linguagem, Marisa Lousada é docente da Licenciatura em Terapia da Fala na Escola Superior de Saúde da Universidade de Aveiro (ESSUA). Dedicada especialmente ao desenvolvimento da linguagem nas crianças – por vocação e paixão! – é a elas que tem dedicado boa parte do trabalho de investigação ou não fosse a linguagem uma autoestrada para uma vida bem-sucedida.

Terapeuta da Fala pela Escola Superior de Saúde do Alcoitão, mestre em Ciências da Fala e da Audição pela UA, Doutorada em Ciências e Tecnologias da Saúde pelo Departamento de Ciências Médicas da UA, Marisa Lousada está há 14 anos ao serviço do ensino na Academia de Aveiro.

Docente da Licenciatura em Terapia da Fala, diretora do Curso de Especialização em Perturbações da Linguagem e da Comunicação na Criança, ambas formações da ESSUA, Marisa Lousada colabora enquanto perita na Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES), é autora e coautora de diversos instrumentos de avaliação/rastreio e de programas de intervenção e membro do Center for Health Technology and Services Research (CINTESIS.UA). Nesta unidade de investigação da UA Marisa Lousada desenvolve investigação na avaliação e intervenção em terapia da fala, nomeadamente na área das perturbações da linguagem e das perturbações dos sons da fala.

Como qualifica a formação que é dada aos estudantes na Licenciatura em Terapia da Fala?

É uma formação com elevada qualidade e reconhecida nacional e internacionalmente, como se pode verificar com o recente resultado da Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES). Temos um corpo docente diferenciado e qualificado constituído por docentes com experiência clínica, de investigação, que têm conseguido desenvolver diferentes recursos com base nas necessidades da prática clínica, contribuindo para a transferência de conhecimento. Temos também uma rede de estágios em instituições de referência que permite aos estudantes complementar as competências adquiridas na ESSUA em contexto real.

Como define um bom professor?

Um bom professor deve estar atualizado e deve incentivar o espírito crítico. Um bom professor é também aquele que ajuda o aluno a encontrar a sua autonomia.

O que mais a fascina na profissão docente?

Na profissão docente fascinam-me duas coisas: a possibilidade de estar em contacto permanente com o avanço de conhecimento e contribuir para esse avanço e a possibilidade de contribuir para uma aproximação entre a prática clínica e a investigação, quer no contacto diário com estudantes e orientadores de estágio, quer na formação avançada dos terapeutas da fala que estão na prática clínica. 

Que grande conselho dá aos alunos?

Que é essencial a formação e estudo contínuo, o conhecimento avança e é necessário manterem-se atualizados.

Houve alguma turma que mais a tivesse marcado? Porquê?

Há sempre alunos que naturalmente nos marcam pela evolução ao longo do percurso de formação e/ou percurso profissional. É muito bom reencontrá-los mais tarde e acompanhar os seus sucessos.

Pode contar-nos um episódio curioso que se tenha passado em contexto de sala de aula ou com estudantes?

Os constrangimentos existem, mas são superados pelos bons momentos, com o contacto diário com alunos e com os sucessos alcançados.  

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Um bom professor? “Deve estar atualizado, deve incentivar o espírito crítico e ajudar o aluno a encontrar a sua autonomia”.

Traço principal do seu carácter

Perseverança e resiliência

Ocupação preferida nos tempos livres

Estar com a família e com os amigos 

Bodybalance 

Viajar

O que não dispensa no dia-a-dia

Conversar com os meus filhos e com o meu marido

Comer chocolate

O desejo que ainda está por realizar

Viajar para locais ainda desconhecidos 

 

 

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