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Excelência dá bolsa igual ao valor das propinas a 94 dos 2000 novos estudantes da UA
Carolina, Tiago e Francisca: os três melhores caloiros da UA chegaram com 19 valores
Carolina Gonçalves, Tiago Mendes e Francisca Azevedo
São os melhores caloiros deste ano letivo. Com médias acima dos 19,1, a Carolina, o Tiago e a Francisca chegaram em setembro à UA com razões acrescidas para festejarem: não vão pagar propinas. O sorriso dos estudantes das licenciaturas de Design, Engenharia Informática e Música estende-se a outros 91 caloiros que, por terem entrado na UA com uma média igual ou superior a 17,5 e por terem escolhido Aveiro como primeira opção, vão também beneficiar da bolsa de estudo equivalente ao valor das propinas.

Atribuídas aos estudantes que ingressem na UA através do Concurso Geral de Acesso em primeira opção e com uma média igual ou superior a 17,5, as bolsas aos melhores caloiros pretendem atrair para a Universidade mais Carolinas, Tiagos e Franciscas, ou seja, mais e melhores alunos excecionais. No último ano letivo, altura em que a bolsa nasceu, 63 estudantes beneficiaram da bolsa. Esta é atribuída ao longo de toda a formação se o estudante mantiver ou melhorar a média de 17,5.

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Carolina Gonçalves
Licenciatura em Design (média de entrada 191,8)
Idade: 18
Escola Secundária José Estêvão (Aveiro)

Porque escolheu a Licenciatura em Design?

Pelo meu interesse pela área e a minha vontade em explorar o curso e a possibilidade de uma carreira em Design

E porquê a UA?

Por ser perto do local onde moro e pelo prestígio da universidade e do curso

Que expectativas tem em relação ao curso?

Para já, espero gostar do curso e que ele se revele algo em que gostarei de trabalhar

Qual é o segredo para se atingir uma média de entrada tão elevada?

Um equilíbrio entre trabalho, esforço e dedicação, bem como a vida social, o descanso e a diversão.

Profissionalmente, o que é que gostaria de fazer depois de terminar a formação académica?

Ainda não tenho nada concreto em relação a planos futuros.

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Tiago Mendes
Licenciatura em Engenharia Informática (média de entrada: 191,5)
Idade: 18 anos
Escola Secundária Alves Martins (Viseu)

Porque escolheu a Licenciatura em Engenharia Informática?

Uma das razões por ter escolhido o curso de engenharia informática deve-se à minha curiosidade natural em encontrar soluções para os problemas do universo que me rodeia, característica própria de um engenheiro. Sendo este um dos cursos com uma maior taxa de empregabilidade, não só em Portugal, mas também pela Europa fora, aliado a uma enorme quantidade de áreas de especialização em constante desenvolvimento, facilmente cheguei à conclusão que este seria o curso certo para mim.

E porquê a UA?

O prestígio da UA é visível a todos os níveis. A qualidade de ensino que aqui se pratica é frequentemente reconhecida por diversos rankings mundiais, não deixando ninguém indiferente a este facto. Também a sua localização na bela e tranquila cidade de Aveiro, bem como as suas enormes instalações e excelentes recursos, foram um fator preponderante na minha decisão, a melhor que poderia ter tomado.

Que expectativas tem em relação ao curso?

Para atingir o sucesso no ensino superior é necessária muita vontade, dedicação e, sobretudo, estudo, especialmente se estivermos num curso de engenharia. O meu principal objetivo é, portanto, o de trabalhar arduamente com o fim de adquirir o maior número de conhecimentos sobre diversas áreas da informática, não deixando de viver todos os momentos que o contexto universitário nos oferece.

Qual é o segredo para se atingir uma média de entrada tão elevada?

Penso que a principal causa do meu sucesso escolar se deve à ambição de ser melhor dia após dia, com o intuito de marcar positivamente este mundo. Também as muitas horas de estudo investidas nestes últimos três anos, aliadas a um apoio constante por parte dos meus familiares e colegas de secundário, foram muito importantes na ultrapassagem das minhas dificuldades. Com ambição e trabalho, tudo se consegue.

Profissionalmente, o que é que gostaria de fazer depois de terminar a formação académica?

A quantidade de subáreas dentro da informática é enorme, pelo que ainda não tenho uma opinião definida sobre qual escolher como especialização. Após a minha formação académica, gostaria de me envolver em grandes projetos tecnológicos ou, quem sabe, desenvolver a minha própria ideia através de uma start-up. No entanto, o mais importante agora é o curso.

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Francisca Azevedo
Licenciatura em Música (média de entrada 191,2)
Idade: 18 anos
Escola Secundária Alves Martins (Viseu)

Porque escolheu a Licenciatura em Música?

Comecei a estudar violino com seis anos de idade e a música acompanhou sempre o meu percurso académico. Durante o secundário, estudei música em regime supletivo, completando em simultâneo o curso na área de Ciências e Tecnologias.  Progressivamente, percebi que a música é, sem dúvida, a área em que me sinto mais realizada.

E porquê a UA?

A escolha da UA prendeu – se, em primeiro lugar, com o desejo de prosseguir estudos com um professor cujo trabalho muito admiro. Por outro lado, assisti a concertos de alunos do Departamento de Comunicação e Arte e participei em aulas abertas, o que me permitiu conhecer o espírito que anima esta universidade, o dinamismo da escola e a qualidade do corpo docente e da vida académica. Todos estes fatores foram determinantes para a minha escolha 

Que expectativas tem em relação ao curso?

Creio que o curso me vai permitir desenvolver os meus conhecimentos musicais por forma conseguir um desempenho que me garanta prossecução de estudos e a preparação necessária para a minha futura vida profissional.

Qual é o segredo para se atingir uma média de entrada tão elevada?

Não existe propriamente um segredo. Penso que estudar com regularidade e acompanhar atentamente as aulas é fulcral, sendo que gostar daquilo que se estuda facilita todo o processo. Destaco igualmente a importância de desenvolver interesses e atividades paralelas à escola, tais como a pratica desportiva e o convívio com amigos, pois é indispensável para manter o equilíbrio e a motivação. Por último, mas não menos importante, ter amigos e família que nos apoiem e estimulem.

Profissionalmente, o que é que gostaria de fazer depois de terminar a formação académica?

Depois de terminar a minha formação académica, pretendo enveredar por uma carreira musical diversificada e conciliar diversas vertentes, tais como o trabalho em orquestra, a música de câmara e o ensino. Gostaria, sobretudo, que o meu desempenho profissional contribuísse para afirmar a importância da música na formação individual e para a valorização desta forma de expressão.

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