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Indústria aposta na formação de Engenheiros Físicos da Universidade de Aveiro
Propinas dos melhores caloiros de Engenharia Física são pagas por empresas
Empresas voltam a apostar e a apoiar a formação dada pelo Departamento de Física
Várias empresas vão pagar as propinas do 1.º ano do Mestrado Integrado de Engenharia Física (MIEF) da Universidade de Aveiro (UA) aos estudantes com as melhores notas de ingresso no curso. A iniciativa pretende premiar os caloiros com as seis melhores médias entre os 14 e os 17,5, já que a UA atribui uma bolsa de valor igual ao das propinas todos os caloiros que concorram à academia com uma nota igual ou superior a esta última média. Este é o terceiro ano que o Departamento de Física (DFis) promove este prémio que visa ajudar a reduzir as necessidades de engenheiros numa área que é a terceira com maior taxa de empregabilidade do Ensino Superior nacional.

Aspöck Portugal, Bosch Termotecnologia, Costa Verde Porcelanas, MTBrandão, Prirev - Revestimentos Técnicos e Grupo Preceram são as empresas que, pelo segundo ano consecutivo, patrocinam as propinas aos seis melhores caloiros de MIEF. João Miguel Dias, diretor do DFis, garante este é um “conjunto de empresas nacionais e internacionais que reconhece a importância e necessidade de formação de quadros superiores na área da Engenharia Física, através do apoio ao recrutamento de estudantes com elevado potencial através da atribuição de Prémios de Mérito”.

Este apoio por parte da indústria aos futuros engenheiros físicos da UA, sublinha João Miguel Dias, “vem reconhecer a excelente formação proporcionada a estes diplomados, que se encontra alicerçada na transferência para a intervenção pedagógica dos resultados da investigação científica efetuada no DFis, desenvolvida em forte colaboração com a indústria através da prestação de serviços e projetos em parceria”.

O responsável pelo DFis lembra que “a qualidade científica deste departamento se destaca a nível nacional, onde é o único que integra uma unidade de investigação excecional e três excelentes segundo a última classificação da FCT, e também internacionalmente”, como demonstram os recentes prémios obtidos pelos seus investigadores assim como as publicações frequentes em revistas de grande fator de impacto.

Único curso com o selo internacional EUR-ACE

O financiamento destes prémios por parte da indústria surge na sequência do reconhecimento do curso – o MIEF é o único curso de Engenharia Física no país distinguido com o selo de qualidade internacional EUR-ACE - e dos seus diplomados no mercado de trabalho, juntamente com o facto, lembra João Miguel Dias, “da área científica da Física ser na atualidade a terceira com maior taxa de empregabilidade do Ensino Superior nacional”.

A cooperação com o tecido industrial e empresarial tem sido mesmo uma aposta contínua da formação oferecida pelo DFis. Em particular, lembra o diretor, o MIEF promove, no 5º ano do curso, a realização de Dissertação e Estágio em ambiente empresarial, estrategicamente enquadrada para a definição de diferentes perfis das indústrias e empresas de elevado valor tecnológico”. Neste contexto, “a inovação neste tipo de indústrias e empresas é favorecida com a atividade de diplomados de cursos das áreas científico e tecnológicas como o MIEF, conforme foi reconhecido pelas empresas que patrocinam este prémio desde 2015”.

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