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Edição de 2017 do ranking THE das mais jovens
UA entre as 100 melhores e mais jovens universidades do mundo pela sexta vez
UA cria mais uma parceria alargada no âmbito das Plataformas Tecnológicas: Habitat@UA
A Universidade de Aveiro (UA) surge pela sexta vez consecutiva entre as 100 melhores instituições de ensino superior do mundo com menos de 50 anos, ocupando o 81º lugar no ranking da Times Higher Education (THE) e o 44º lugar entre as instituições de ensino superior fundadas entre 1967 e 1985.

Para o Reitor, Manuel António Assunção, esta distinção representa "a consolidação de um trajeto institucional de grande qualidade, ancorado no valor e entusiasmo das pessoas e, também, na existência de outras condições, em particular de equipamentos de topo. Mas, claro, num ambiente de crescente competitividade com novas universidades a serem criadas e a aparecerem nos rankings, a nossa subida deve-se a uma melhoria em quase todos os parâmetros; e, este ano, com ênfase específico no número de doutoramentos concluídos per capita (do corpo académico) e no ratio entre cartas doutorais concedidas e os outros diplomas outorgados."

A avaliação do “Young University Rankings” suporta-se em indicadores como a qualidade do ensino e da investigação, o número de citações em revistas científicas, a projeção internacional e a ligação à indústria, fazendo da UA a única das mais jovens instituições de ensino superior nacionais a integrar o top 100 do mundo.

A UA surge no lugar 81 (dois acima do ano passado) da lista ordenada pelo THE que é encabeçada novamente pela École Polytchnique Fédérale de Lausanne, na Suíça. A UA atinge a pontuação de 41.0 na avaliação global, apresentando valores de 39.8 no ensino, 46.5 no alcance internacional, 41.5 nas receitas provenientes da indústria/empresas, 37.3 na investigação e 44.5 nas citações. A escola de ensino superior no topo do ranking atinge valores de 77.9 na avaliação global, de 65.2 no ensino, de 98.6 no alcance internacional, 69.8 nas receitas provenientes da indústria/empresas, 67.4 na investigação e 96.5 nas citações.

A Hong Kong University of Science and Technology é a segunda classificada e a Nanyang Technological University (Singapura) surge em terceiro. A segunda europeia está em sexto lugar e é a Universidade de Maastricht. As universidades Nova de Lisboa, Minho,  ISCTE- Instituto Universitário de Lisboa e Beira Interior (UBI) e aparecem um pouco mais atrás no ranking, entre os lugares 101 e 150.

Relativamente às universidades nacionais, importa registar a entrada neste ranking da UBI e do ISCTE; e a posição da UA em primeiro lugar no que diz respeito aos indicadores do ensino e da investigação. A UA subiu em todos os indicadores em análise com exceção do da investigação, onde desceu muito marginalmente.

Os resultados deste ranking foram conhecidos esta quarta-feira, 5 de abril. A Times Higher Education disponibilizou-os em https://www.timeshighereducation.com/world-university-rankings/2017/young-university-rankings, deu conta de que este ranking , que abrangia 150 universidades com menos de 50 anos, passou pela primeira vez este ano a incluir 200 instituições, e revelou ainda que a UA  ocupa o lugar 44, entre as 50 melhores da Geração X, isto é: das universidades criadas entre 1967 e 1985, estando por isso em foco no suplemento editorial da revista, disponível em; https://www.timeshighereducation.com/world-university-rankings/young-university-rankings-2017-top-50-generation-x-universities

 

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