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Entrevistas
Antigo aluno UA – Miguel Casal, licenciado em Engenharia Cerâmica e do Vidro
Capacidade técnica e tecnológica aprendida na UA e servida à mesa pela Grestel
Miguel Casal
Chama-se Grestel, dedica-se ao desenvolvimento e produção em grés fino de loiça de forno, mesa e cozinha e já cativou marcas como a Ralph Lauren, a Crate&Barrel ou a Williams-Sonoma. Sócio fundador e líder da empresa que só este ano estima realizar 20 milhões de euros em vendas, Miguel Casal lembra a importância da capacidade técnica e tecnológica que adquiriu durante a licenciatura em Engenharia Cerâmica e do Vidro pela Universidade de Aveiro (UA).

Terminou em 1992 a licenciatura no Departamento de Engenharia de Materiais e Cerâmica (DEMaC). Entre 1991 e 1997 exerceu funções técnicas em várias empresas na área da Cerâmica e, depois disso e até ao ano 2000, assumiu as funções de Diretor fabril, Diretor geral e Administrador numa indústria de materiais de construção do Grupo Mota-Engil, em Angola.

Sócio fundador da Grestel em 1999, Miguel Casal é desde essa data gerente e administrador da empresa dedicada ao desenvolvimento e produção de produtos cerâmicos utilitários. Hoje, aos 49 anos, é o presidente do conselho de Administração da Grestel SA com funções executivas.

Quais os motivos que o levaram a estudar na UA?

Conhecer a Universidade de perto e a oferta do curso de Cerâmica e Vidro.

O curso correspondeu às suas expectativas? E a UA?

Sim, correspondeu bastante. A Universidade também, mas no início do curso as condições não eram as que vieram a ser criadas.

O que mais o marcou na UA?

O facto de ser uma Universidade pequena tornou a experiência interessante. Conhecíamos muitas pessoas de outros curso, quase como num liceu.

Como descreve a sua atividade profissional?

Como administrador e acionista da empresa tenho toda a responsabilidade na evolução da mesma, para o bem e para o mal…

O que mais o fascina na sua atividade profissional?

Realização de projetos (fábricas, marcas, etc.), ter acesso a uma visão global dos negócios, a empresa exporta para 40 países e tem uma operação própria de distribuição nos EUA.

Que competências adquiridas na UA entende terem sido fundamentais para o exercício da sua atual atividade?

A capacidade técnica e tecnológica foi muito importante. Admito que na altura achava desnecessárias todas as disciplinas de matemática e física, mas agora compreendo que me ajudaram a criar capacidades de raciocínio e metodologia de resolução de problemas.

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