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Entrevistas
Antigo aluno UA - Cláudio de Jesus, licenciado em Engenharia do Ambiente
Missão ao leme da internacionalização das Águas de Portugal
Cláudio de Jesus
Presidente do Conselho de Administração da AdP – Águas de Portugal Internacional, Cláudio de Jesus é indissociável da sociedade responsável pela conceção, construção, exploração e gestão de sistemas de abastecimento de água e de saneamento no país e, cada vez mais, além-fronteiras. Licenciado em Engenharia do Ambiente pela Universidade de Aveiro (UA), Cláudio de Jesus lembra que “a capacidade analítica, a multidisciplinaridade e o rigor no trabalho”, competências adquiridas na UA, foram “fundamentais” para hoje ser o ponta de lança da AdP para levar ao mundo as vantagens competitivas que Portugal detém no setor do ambiente.

Terminou a Licenciatura em Engenharia do Ambiente (atual Mestrado Integrado em Engenharia do Ambiente) em 1991, formação à qual acrescentou um mestrado em Engenharia Sanitária e uma pós-graduação em Gestão de Empresas.

Cláudio de Jesus iniciou a carreira profissional em 1994 nos serviços municipalizados de Leiria e, dois anos depois, pela Associação dos Municípios da Alta Estremadura coordenou o estudo para o sistema de despoluição da bacia hidrográfica do Rio Lis. O estudo acabou por dar origem à empresa SIMLIS, integrada no Grupo Águas de Portugal, da qual foi administrador executivo. Como diretor técnico e, mais tarde, como administrador delegado, integrou também a empresa Valorlis.

Já no Grupo AdP, para além da SIMLIS, foi também administrador executivo da Águas do Mondego e administrador não executivo da RECILIS. Entre 2009 e maio de 2016, foi administrador executivo da AdP Internacional, sendo responsável pela direção e coordenação de vários projetos do Grupo em Angola, Cabo Verde, Moçambique e Timor-Leste. Hoje é vogal do Conselho de Administração da AdP e presidente do Conselho de Administração da AdP Internacional.

Quais os motivos que o levaram a estudar na UA?

A possibilidade de ingressar no curso de Engenharia do Ambiente, que me cativou desde que tive conhecimento da sua existência.

O curso correspondeu às suas expectativas? E a UA?

Sem dúvida. Em ambas as situações o acolhimento foi extraordinário. Na época, a UA era como um ‘liceu em ponto grande’ - tinha cerca de 3.000 alunos- pelo que a integração foi muito fácil.

O que mais o marcou na UA?

Marcou-me sobretudo o grande espírito de entreajuda e companheirismo entre alunos, professores e mesmo funcionários.

Sempre soube a profissão que queria seguir?

Soube a partir do 12º ano a profissão que pretendia seguir.

Como descreve a sua atividade profissional?

Variada e muito ritmada todos os dias. A responsabilidade de dirigir a atividade internacional do Grupo AdP, faz com que contate diariamente com muita gente com imensas capacidades técnico-científicas, como também com experiências profissionais muito ricas.

O que mais o fascina na sua atividade profissional?

Sobretudo o sentir que posso contribuir para a internacionalização das muitas competências dos profissionais de engenharia do ambiente, que foram sendo adquiridas no nosso país nos últimos 25 anos.

Que competências adquiridas na UA entende terem sido fundamentais para o exercício da sua atual atividade?

Em especial na fase inicial da minha carreira profissional senti que as competências adquiridas na UA tinham sido fundamentais para o exercício da minha profissão. Destacaria a capacidade analítica, a multidisciplinaridade e o rigor no trabalho.

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